Olá galerinha, estou de voltaa. Espero que gostem do cap.
***
-Galera,
pedimos mais uma rodada ou paramos? –perguntou Eric com a voz arrastada.
Estavam sentados no bar há umas duas horas, bebendo e falando bobagens. A linha
de bebuns no balcão era formada por Eric, Yvonne, Zachary e Adam, um velho
amigo deles, que era o único sóbrio dali, pois estava dirigindo.
-Eu
já to legal. As duas últimas rodadas de tequila fecharam. –disse Yvonne toda
risonha, encostada em Zachary.
-Por
mim paramos também. –Zach opinou enquanto abraçava a mulher por trás e
descansava sua cabeça no ombro dela.
-Adam?
–Eric olhou para o amigo, que bebia inocentemente seu suco.
-Se
vocês estiverem a fim de ir, por mim tá beleza. –disse o amigo.
-Então
vamos. –disse Eric e todos levantaram. A conta foi paga e seguiram para o carro
de Adam, que os levaria pra casa. Yvonne e Zachary foram no banco de trás
enquanto Eric ia na frente com Adam.
Os
dois cantarolavam alto a música que tocava, Eric contagiava o amigo sóbrio com
sua animação. Os passageiros do banco de trás também cantarolavam junto, mas a
animação de Eric e Adam era insuperável.
-Vocês
não cansam mesmo né? –Yvonne perguntou dando risada.
-Nunca!
–Zachary respondeu olhando pra ela. A mulher se aproximou e o beijou, mordendo
de leve os lábios do homem.
-Bom
saber que ainda tem energia neste corpo, quero gastar ela todinha assim que
chegarmos em casa. –ela falou ao ouvido dele, intercalando leves beijos no
pescoço do homem.
-Sou
todo seu. –ele disse acariciando a coxa da mulher, que riu maliciosamente pra
ele. Era fato que o álcool, e principalmente a tequila, aumentavam a tensão
sexual entre os dois.
-Galerinha
do banco de trás, vamos parar com a pegação no meu carro, por favor. –Adam
falou causando risos em Zach e Yvonne sentiu as bochechas queimarem, mas riu
pra descontrair. –Acho que chegamos. –Adam continuou, olhando pelo retrovisor.
-Obrigada
cara. Boa noite pra vocês e vão com cuidado. –disse Zach enquanto desciam do
carro. Yvonne acenou pra eles e logo o veículo saiu de vista.
Os
dois passaram pelo porteiro que estava no turno da noite e entraram no elevador
do prédio de Yvonne. Já no corredor, Zachary a abraçava por trás enquanto
sussurrava coisas e beijava o pescoço da mulher.
Entraram
no apartamento e assim que Zachary fechou a porta, Yvonne o empurrou com força
contra a mesma e atacou seus lábios. As mãos dela trataram de desabotoar a
camisa dele com agilidade enquanto as dele acariciavam-na por cima do jeans
apertado que a mulher usava.
Ela
então o puxou até o quarto, meio cambaleando por conta do álcool, e o jogou na
cama. Essa noite seria dela, queria ter controle da situação, e Zachary não
abriria a boca pra reclamar, ele amava quando ela fazia isso. Na verdade, isso
o excitava muito.
Yvonne
subiu em cima dele, que ainda deitava na beirada da cama, e o beijou novamente
enquanto o provocava, deslizando seu corpo sobre o volume nas calças de
Zachary. Ele respirava pesado enquanto a mulher abria o zíper, dando ao homem
uma sensação de alívio.
Logo
ela ficou de pé outra vez, tirou as calças de Zach e se afastou enquanto tirava
a própria roupa. Yvonne foi até o outro lado do quarto e ligou uma música,
baixinha pra não incomodar os vizinhos, e então voltou tirando dele todo o
resto que vestia. O homem tentou tocá-la, mas foi impedido por um tapa na mão.
-Ainda
não. –disse a mulher, mexendo os quadris no ritmo calmo da música. Então ficou
a uma distância razoável do homem e começou a dançar lentamente pra ele.
Zachary estava quase sem reação diante de tanta magnitude. Alguns diriam que ela
não tinha o corpo mais perfeito do mundo, mas ele amava cada detalhe e cada
curva dela.
-Você
vai acabar comigo sabia? –disse ele ainda tentando tocá-la, e ela ainda
desviando seus movimentos.
-Essa
é a intenção. –Yvonne disse virando de costas pra ele, mexendo seus quadris bem
perto dele. Quando ela abaixou, pra fazer uma espécie de twerk, o coração de Zachary não era o único órgão que pulsava ali.
Aquilo já era demais pra ele, precisava dela.
Sem
pensar duas vezes, o homem se levantou e a agarrou por trás, fazendo com que
ela encostasse o rosto na parede fria, causando um choque em seu corpo.
-Eu
quero você. –ele falou enquanto acariciava os seios da mulher com vontade. Ela
então virou-se de frente e o empurrou pra que ficasse sentado na cama outra vez.
-Só
se você pedir com jeitinho. –ela subiu em cima dele e agarrou seu membro,
direcionando-o para a entrada, mas sem deixar entrar, ela apenas passava
devagar, provocando o homem. A essa altura Zachary não sabia mais o próprio
nome, a única coisa que queria era estar dentro daquela mulher. Mas sabia que
precisaria entrar no jogo dela também.
Logo
ele começou a beijar os peitos da mulher, que se encontravam praticamente na
altura do rosto dele, e enquanto uma das mãos segurava cintura dela, a outra
acariciava sua intimidade. Yvonne também tinha a respiração descompassada. Zachary
foi aos poucos convencendo ela a ceder sobre ele então Yvonne apenas se
entregou. Não aguentava mais esperar.
O
homem gemeu enquanto a invadia com vontade, como se estivesse esperando por
esse momento há anos. Ficaram imóveis por um tempo, apreciando o prazer do
momento então ela se apoiou em seus ombros e iniciou os movimentos que iam de
cima pra baixo.
Coisas
sem sentido escapavam dos lábios deles, entrando em sintonia com a música que
tocava no ambiente, era como se ela continuasse dançando em cima dele, e ele
apenas aproveitando o momento.
Logo
o homem a virou, deixando-a deitada na cama, então colocou as pernas da mulher apoiadas
em seus ombros e entrou nela outra vez, diminuindo o ritmo dos movimentos, pra
que os dois aproveitassem o máximo daquilo. Yvonne precisava admitir que ele
era muito bom naquilo, talvez o melhor até hoje. Ele sabia os pontos certos pra
tocá-la, e sabia muito bem quanto tempo deveria tocá-los. Talvez fosse por todo
o tempo que se conheciam, pois a prática leva à perfeição, mas não se lembrava
de uma única vez em que saíra insatisfeita quando o assunto era Zachary na
cama.
Um
tempo depois, ele abaixou as pernas dela, e sem nem diminuir o ritmo, deitou-se
sobre a mulher, beijando-lhe a boca e o pescoço enquanto Yvonne tratava de
arranhar as costas de Zachary. A respiração ofegante dele perto do ouvido da
mulher a deixava desconsertada, sem saber o que fazer.
À
medida que Zachary a excitava, tocando seu corpo da maneira mais prazerosa
possível, Yvonne gemia no ouvido dele, deixando o cada vez mais excitado e mais
perto de seu ápice. E não demorou muito pra que ele soltasse um último gemido
enquanto diminuía o ritmo gradativamente e abria os olhos pra encarar a mulher,
que ainda não estava em êxtase.
Zachary
então saiu de dentro dela e deixou seus dedos trabalharem enquanto a beijava,
até que ela finalmente apertou as unhas compridas na nuca dele, indicando que
havia atingido seu limite. Os dois deitaram-se na cama e ele os cobriu,
abraçando-a pela cintura. Queria manter o calor de seus corpos por quanto tempo
mais fosse possível.
Yvonne
brincava com os dedos dele, que se entrelaçavam nos dela, enquanto os dois se
recuperavam do estado de embriaguês em que estavam. Um sorriso besta tomava
conta do rosto deles. Zachary passava de leve sua barba feita sob o ombro da
mulher, dando beijos carinhosos em sua pele e causando arrepios por todo o
corpo dela.
-Acho
que devemos beber mais vezes. –disse ela, virando-se pra encarar o homem.
Zachary riu, balançando a cabeça em concordância.
-Também
acho, mas amanha vai ser difícil pra levantar da cama. –ele falou baixinho,
pois seus rostos estavam perto.
-Verdade.
–Yvonne fez careta. Os dois riram e ficaram por um momento se encarando. –Que
dia você viaja? –ela soltou a pergunta que esteve querendo perguntar durante a
semana toda, mas não teve coragem.
-Daqui
a dois dias. E você? –ele suspirou. Sabia aonde ela iria chegar com essa
conversa. A verdade é que ele também estava apreensivo, pois isso era um
estranho flashback de quando ela teve que ir pra Austrália.
-Vou
só daqui a cinco dias. –ela falou. A última semana havia sido um pouco
estressante, tanto pra ela quanto pra Zachary. Os dois estavam ansiosos pela
chegada dos pais de Yvonne, e com o surgimento das viagens pros dois, eles não
poderiam vir pra Los Angeles, mas iriam visitar a filha em Bangkok.
-Hey,
vai dar tudo certo. –ele disse, tentando confortá-la.
-Sinceramente,
não vou mentir e dizer que não estou com medo. Já passamos por isso há três
anos, e não foi nada fácil. –ela falou desapontada.
-Há
três anos éramos pessoas diferentes, tínhamos sentimentos sufocados e não fomos
adultos o suficiente pra dizer o que sentíamos um para o outro. Eu não vou
deixar isso acontecer outra vez por que eu te amo Yvonne, e me recuso a cometer
esse erro denovo. –ele falou ainda baixinho, mas com a voz firme, transmitindo
confiança.
-Eu
não duvido de uma palavra do que disse, eu confio inteiramente em você, mas é
algo que eu não consigo deixar pra lá. Isso só vai passar quando essa rota de
viagens acabar e a gente ficar junto outra vez. –ela falou fechando os olhos.
-Fica
tranquila, logo vai ter acabado, você vai ver. –ele falou e a mulher o abraçou,
afundando o rosto na curva do pescoço dele. A respiração dela naquele local
fazia o homem sentir cócegas.
Zachary
levou uma das mãos até as costas nuas da mulher e acariciou de leve até que ela
estivesse em sono profundo. Agora era sua vez de pensar o quão difícil seria
ficar longe dela. Ele também tinha seus medos, mas estava certo do que havia
dito. Os dois estavam mudados, a situação era outra, eles se amavam e Zachary
não deixaria nada impedi-lo de voltar praquela mulher.
***
Chegara
o dia da viagem de Zachary. Ele e Yvonne esperavam no aeroporto até que o voo
dele fosse chamado, o que finalmente aconteceu depois de duas horas de espera.
-Hey,
tá brava? –perguntou ele enquanto se levantava.
-Não
estou brava. Estou de mal humor com o fato de acordar as cinco da manha e ter
que esperar duas horas só pra ver você ir embora e ficar um mês longe. –ela
falou quase que querendo chorar e Zachary riu fraco, com os olhos ardendo
também.
-Em
um mês eu vou continuar te amando, não se preocupe. –ele disse a abraçando
forte, sentindo a mulher choramingar sobre seu ombro.
-Vai
me ligar quando chegar? –pediu ela.
-Certamente.
Não se preocupe Clacka. –ele segurou o rosto da mulher e beijou, sentindo uma
pontada de tristeza por ter de ficar longe dela.
-Te
amo. –ela sussurrou com os lábios colados nos dele. O homem sorriu enquanto
acariciava o rosto dela.
-Eu
também. –ele disse se afastando um pouco. –Te vejo em um mês Clacka.
-Tchau
Mingah. –ela falou dando-lhe um último selinho antes de ver o homem agarrar
suas malas e partir.
Yvonne
precisava reconhecer que mesmo estando com medo, via sentido em tudo o que
Zachary havia falado. Eles eram pessoas mudadas, tinham certeza de seus sentimentos,
e só esse fato já dificultava qualquer obstáculo que pudesse atrapalhar o
relacionamento. Isso deixava a mulher mais tranquila já, mas mesmo assim ela
confiava em Zachary, pois sabia que ele confiava nela e confiava no
relacionamento que haviam criado.
***
Bom gente, é isso. Espero que gostem, e só pra relembrar, na fic estamos no mês de junho de 2015. O próximo mês, depois da viagem deles, vai ser o mês da Nerd Hq. Foi a partir daí que começamos a ver eles mais juntinhos.
Beijinhos, comentem e até a próxima.
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Bom gente, é isso. Espero que gostem, e só pra relembrar, na fic estamos no mês de junho de 2015. O próximo mês, depois da viagem deles, vai ser o mês da Nerd Hq. Foi a partir daí que começamos a ver eles mais juntinhos.
Beijinhos, comentem e até a próxima.


Aiii o presente ta chegando a cada capítulo *-*
ResponderExcluirZachonne é vida <3 Que venha a Nerd HQ!!
ResponderExcluirQuero logo a parte da Nerd HQ ><
ResponderExcluirQuero logo a parte da Nerd HQ ><
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